Não olhes aos medos,
Não te guardes em segredos,
Não te escondas...
Dos dedos,
Firmemente apontados,
Perfeitamente alinhados,
Em tua direcção.
Que por dentro destes enredos,
Uma esperança nasce.
Como um bater de ondas,
Se constrói o enlace,
De um levantar inquieto,
De alguém incerto,
Incapaz de ficar,
impávido e sereno.
Com o respirar,
Deste ar inquietante
Tão incapaz e ameno.
É um oxigénio ofegante,
De tão asfixiante que é
ficar quieto.
Constrói o teu futuro,
Não te cinjas pelo já feito,
Ás balas dá o teu peito,
Porque o medo,
É o falso amigo do seguro.
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